COSSA, Lourenço
Nesta
situação, que podemos dizer?
Será
que tais povos que afluem em massa para Moçambique, chegando ao ponto de
falsificarem documentos de identificação de Moçambique para usufruírem com
facilidade os bens ou recursos desta terra chamada de Moçambique nasceram com este
apetite e ousadia?
Claro
que não! Situações diversas sucederam na vida deles e umas delas foi a educação
tendente a visão empreendedora. Foi a educação cultural que os fez olharem para
si e terem a autoestima de quererem o melhor para eles. A vinda da maioria
deles visa exatamente para estes aspectos. è claro que chegando para o país,
Moçambique e se deparando com tanto sono de seu povo e, pior, se deparando com
tanta ignorância em relação às relações que se pautam em venerarem pessoas de
outras cores, numa atitude de auto exclusão, ou seja, o racismo consentido
culturalmente aproveitam-se e passeiam a sua classe, praticando racismo,
arrogância, delapidação destes recursos, afinal não faz parte deles e é certo
que quando acabarem tais recursos arrumarão as malas deixando para trás
buracos, poluição, contaminação dos solos e desertos.
A
questão é: eles são culpados?
Não!
Não
são culpados. Nós moçambicanos é que somos verdadeiros idiotas, ingênuo.
Calmem,
clamem não estou pegando pesado não,
apenas tentando provocar reflexão e reforçar as alertas de vários pesquisadores
e moçambicanos preocupados pelo desenvolvimento dos moçambicanos no verdadeiro
sentido e não um punhado de moçambicanos que acham que tudo é deles, pois
deles, daqui a 50 anos não sobrará nada para nem seus descendentes.
Tais
moçambicanos incansavelmente escrevem concedem entrevistas nos meios de
informação em Moçambique e não só.
Há
necessidade de se organizar Moçambique para que os moçambicanos usufruam de
seus recursos efetivamente. Há necessidade de se aplicar as leis moçambicanas,
combater-se a corrupção institucional que é moda, punindo os prevaricadores sem
restrição não importando se o prevaricador é membro do partido no poder ou quem
quer que seja.
É
urgente a separação de poderes (Estado e Governo), diminuição dos poderes do
Presidente da República.
É
necessária que o povo aproveite a oportunidade única que tem em Moçambique de
votar, votando consciente e eliminar a arrogância, o nepotismo, à corrupção em
detrimento de ficar em casa sem votar. O partido no poder continuará a amedrontar
os eleitores com a sua força de Intervenção de modo que se sintam inseguros e
fiquem em casa.
Sabe-se
que esta prática amedronta apenas pessoas que pensam diferente e que tem
coragem de dizer basta pelo voto. Enquanto eles recuam os fanáticos e iludidos
pelos arrogantes continuam votando e assim perpetuando a políticas
desfavoráveis à maioria dos Moçambicanos.
2013
e 2014 têm eleições. Moçambique tem tudo para dar certo.

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