Powered By Blogger

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

CHUVA ENTRE BÊNÇÃO E DESTRUIÇÃO


Tem sido freqüente nos países em via de desenvolvimento o desconforto quando se chega à época chuvosa. Bairros ficam inundados, a chuva provoca erosão, crateras de dimensões assustadoras, deslizamentos de solos, cheias e nisso perdas humanas são inevitáveis.
Esta situação faz com que pessoas abrangidas vê a chuva como castigo, algo ruim, pois seus bens ficam em perigo.
Contudo, há que ressaltar que este desconforto reside na nossa não preparação como nação/ões, país/ES, Estado/s de modo a possibilitar com que estas épocas se traduzam em oportunidades econômicas, culturais sustentáveis.
Sabe-se que a chuva/água traz boas colheitas na agricultura, possibilita a piscicultura, o armazenamento das águas para fins variados. Este estar só sucede quando estamos preparados para a recepção desta bênção da natureza.
A recepção de que estamos a falar é referente ao saneamento do meio, a criação de açudes/reservatórios de água, espaços urbanos arborizados, parques verdes e, sobretudo, a planificação urbanística contextual do meio.
Determinados governos de países ciclicamente afectados pela chuva ou com parcelas das suas populações que sentem desconforto com a chuva sofrem impacto indesejável pelo facto de não dar primazia ao saneamento básico e planificado do meio.

Na lógica destes, a chuva surgem como fenômeno da destruição 


Xikhosa 2018

Comente e Contribui partilhando esta reflexão

Nenhum comentário:

Postar um comentário