Tem sido freqüente nos
países em via de desenvolvimento o desconforto quando se chega à época chuvosa.
Bairros ficam inundados, a chuva provoca erosão, crateras de dimensões
assustadoras, deslizamentos de solos, cheias e nisso perdas humanas são
inevitáveis.
Esta situação faz com
que pessoas abrangidas vê a chuva como castigo, algo ruim, pois seus bens ficam
em perigo.
Contudo, há que
ressaltar que este desconforto reside na nossa não preparação como nação/ões,
país/ES, Estado/s de modo a possibilitar com que estas épocas se traduzam em
oportunidades econômicas, culturais sustentáveis.
Sabe-se que a chuva/água
traz boas colheitas na agricultura, possibilita a piscicultura, o armazenamento
das águas para fins variados. Este estar só sucede quando estamos preparados
para a recepção desta bênção da natureza.
A recepção de que
estamos a falar é referente ao saneamento do meio, a criação de
açudes/reservatórios de água, espaços urbanos arborizados, parques verdes e,
sobretudo, a planificação urbanística contextual do meio.
Determinados governos
de países ciclicamente afectados pela chuva ou com parcelas das suas populações
que sentem desconforto com a chuva sofrem impacto indesejável pelo facto de não
dar primazia ao saneamento básico e planificado do meio.
Na lógica destes, a
chuva surgem como fenômeno da destruição
Xikhosa 2018
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