Pelo curso da vida
social que se esta tornando normal em Moçambique, este caracterizado pelos
baleamentos, assassinatos, exclusão, perseguição de membros da oposição,
mediante a crise política e militar forçada de quem governa coloca este país
como lugar instável para quem pensa e age diferente perante a visão do poder
partidário governamental.
Dia vinte (20) de
janeiro, na segunda maior cidade de Moçambique, Beira foi alvejado o Secretário
Geral (SG) do segundo (2) partido político mais votado nas últimas eleições de
2014, Resistência Nacional de Moçambique (Renamo), o Manuel Bissopo, tendo
morrido no local do atentado, o seu ajudante de campo crivado de balas.
Informações dão conta
que este está gravemente ferido e encontrando neste momento em estado crítico.
Por outro lado, a esta autoria são apontados oito (8) homens armados que
bloquearam o carro deste (SG).
Lembra-se que ações
desta natureza não são novas neste país pertencente ao bloco econômico africano
da SADEC. Não passa de um ano de assassinato do Jurista Gilles Cistac depois deste
provar que a pretensão da oposição em propor a autonomia das províncias do país
não era inconstitucional.
Entre os últimos 365 dias foram assassinados ou baleados muitos membros da oposição, jornalista, dentre os quais destacamos delegados distritais Capece, Sergio e mais outros membros da Renamo mortos nos últimos trinta (10) dias, Carlos Jeque baleado e Paulo Machava, jornalista assassinado.


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