Os maratonistas africanos,
um de Uganda com medalha de ouro e dois de Kénya com as medalhas de prata e
bronze, consecutivamente brilharam no encerramento das olimpíadas de Londres
2012.
é tempo ou ainda é tempo
para que os governos africanos potencializem as práticas desportivas em seus
países. Esta potencialização pode ser efetivada através do currículo escolar na
disciplina de educação física. O aproveitamento inicial das potencialidades
humanas podia ser nos esportes que exigem poucos investimentos em termos de
recursos financeiros até aos que exigem mais finanças. As republicas do Kénya,
etiópia, Uganda mostram como isso é possível. Devemos aprender com eles.
Nas olimpíadas de Londres
os ingleses mostraram seu país como inclusivo onde cada grupo étnico, raça
participa na construção da inglesia.
2016 é a vez do brasil. a
pergunta que não quer calar é se esta inclusão irá se mostrar nos jogos
olímpicos do rio de janeiro 2016, uma vez que até na televisão somos brindados
com imagens de um país escandinavo de onde não existam, provavelmente, outros
grupos étnicos ou raças além de brancos. É, nas telinhas, apenas vimos outras
etnias na qualidade de “favelado” (comunidade), pessoas pobres, drogados e a
polícia a invadir suas comunidades, procurando drogas, com mortes e choros por
todo lado. Os indígenas brasileiros mostrados na qualidade de exóticos, pessoas
que quando vistas a operarem meios tecnológicos parece caírem no engraçado,
algo pouco conveniente.
Estas olimpíadas devem
servir de aprendizado ao brasil e a todos nossos países africanos, pois apesar
de termos tido a independência política, administrativa e “econômica” continuamos
a nos digladiar uns aos outros.
Parabéns aos
ingleses, ao continente africano que enviou seus povos a competir nos jogos de Londres,
a Uganda e Kénya.
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