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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

OS MARATONISTAS AFRICANOS DÃO SHOW NO ENCERRAMENTO DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES 2012 E OS INGLESES DÃO SHOW DA INCLUSÃO


Os maratonistas africanos, um de Uganda com medalha de ouro e dois de Kénya com as medalhas de prata e bronze, consecutivamente brilharam no encerramento das olimpíadas de Londres 2012.

é tempo ou ainda é tempo para que os governos africanos potencializem as práticas desportivas em seus países. Esta potencialização pode ser efetivada através do currículo escolar na disciplina de educação física. O aproveitamento inicial das potencialidades humanas podia ser nos esportes que exigem poucos investimentos em termos de recursos financeiros até aos que exigem mais finanças. As republicas do Kénya, etiópia, Uganda mostram como isso é possível. Devemos aprender com eles.

Nas olimpíadas de Londres os ingleses mostraram seu país como inclusivo onde cada grupo étnico, raça participa na construção da inglesia.

2016 é a vez do brasil. a pergunta que não quer calar é se esta inclusão irá se mostrar nos jogos olímpicos do rio de janeiro 2016, uma vez que até na televisão somos brindados com imagens de um país escandinavo de onde não existam, provavelmente, outros grupos étnicos ou raças além de brancos. É, nas telinhas, apenas vimos outras etnias na qualidade de “favelado” (comunidade), pessoas pobres, drogados e a polícia a invadir suas comunidades, procurando drogas, com mortes e choros por todo lado. Os indígenas brasileiros mostrados na qualidade de exóticos, pessoas que quando vistas a operarem meios tecnológicos parece caírem no engraçado, algo pouco conveniente.

Estas olimpíadas devem servir de aprendizado ao brasil e a todos nossos países africanos, pois apesar de termos tido a independência política, administrativa e “econômica” continuamos a nos digladiar uns aos outros.
Parabéns aos ingleses, ao continente africano que enviou seus povos a competir nos jogos de Londres, a Uganda e Kénya.

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