Escolas interditam extensões e barba em Maputo
QUARTA, 28 MARÇO 2012 00:00 REDACÇÃO
Mas que coisa hein! Perante esta notícia é incontornável expressarmos nossa indignação. O país de marrabenta continua a projetar rumos confusos como de alguém embriagado se tratasse. Estas práticas são descriminatórias. Isto demostra que Moçambique é um país excludente, ou seja, um país que descrimina seus integrantes. A constituição da República diz: É punível nos termos da lei qualquer que seja a descriminação das pessoas por raça, crença, cor partidária, mas a nível micro desta constituição grupos isolados perpetua essa descriminação.
Aonde vai Moçambique?
Que escola é essa que insiste em excluir Moçambicanos na construção do país?
Estará esta escola a construir uma sociedade justa e incluisiva?
Que fizeram os cabelos das pessoas ao ponto de serem expulsas, interditadas de frequentar a escola?
Que fizeram os dreads?
Que fizeram as mechas e extensões?
Qual é a culpa?
Moçambique tem questões muito importante e pertinente para serem tratadas. A pobreza, o nepotismo, a corrupção, a impunidade, as fraudes eleitorais cíclicas, A roubalheira do erário público, a falta de segurança, os maus atendimentos nos hospitais e em muitas repartições publicas, a falta de saneamento na maioria esmagadora centro residenciais e de aglomeração das pessoas.
Que moral é essa professores?
Que tal preocuparmo-nos da fraca qualidade do ensino por nós administrada?
Os 40% a 60% do aproveitamento positivo em cada ano é sinônimo da má qualidade dos nossos serviço e dreads não contribuem em nada nesta negatividade.
Que ironia hein! o professor anda a transitar alunos cobrando-os dinheiro, sexo. Não tem a visão crítica do que ensina e de como ensina, pelo contrário, se orgulha de pelo facto dos alunos depararem com problemas na sua disciplina. Isso, meus colegas é lecionar? Que ensino é esse?
Preocupem-se com a qualidade do ensino no Sistema Nacional de Educação. Tenha uma visão crítica do sistema e do que ensina e esbocem estratégias metodológicas que possam elevar vossas práticas e proporcionar um salto qualitativo no Ensino em Moçambique.
Parem de implantar a ditadura em Moçambique e como docentes que formem os homens do futuro, ensinem e promovem comportamentos que estimulem as liberdades individuais. Isso sim, proporcionará a criatividade, a imaginação e a inventividade nos nossos alunos e sobretudo nas sociedades moçambicanas.
O país precisa disso para se desenvolver.

Bem falado!
ResponderExcluirobrigado espelho da sociedade.
ResponderExcluirque os professores perguntem-se pra que serve o couro cabeludo humano?
quais os maleficios das mechas?
deixem de ser marionetes da lavegem cerebral dos negros....
deixem as dreads brilharem.......
africa para os africanos.
DE LAMENTAR A SITUAÇAO CRITICA NUM PAIS COM VARIOS E TANTOS PROBLEMAS E OS PLOTICOS SE PREOCUPAM COM NINHARIAS ...K HORRIVEL
ResponderExcluirDE LAMENTAR A SITUAÇAO CRITICA NUM PAIS COM VARIOS E TANTOS PROBLEMAS E OS POLITICOS SE PREOCUPAM COM NINHARIAS ...K HORRIVEL
ResponderExcluircertamente esta postura está a serviço da política do embranquecimento, que exige pirucas de cabelos lisos. Há várias industrias envolvidas nesta decisão cosmética, farmacêutica para curar os ferimentos causados pelo alisamento, que produz plástico para as pirucas e os sacos que são vendidas e utilizados as toneladas nos países africanos, pois o sistema educacional não fala de reciclagem, mas se preocupa com os moçambicanos com caracteristicas de sua ancestralidade? os heads "professores"? Vão ensinar a história da escravização e da neo-escravização a qual o país está sendo vitimado. Ensinem sobre os grandes autores africanos como Aphia, Moore, Senhogrs e principalmente ensinem o quanto minha aparência tem a ver com minha cultura e consequentemente minha identidade negra, rasta, tranças. DEIXE MEU CABELO EM PAZ. TIRE SEU COLONIALISMO DO CAMINHO QUE EU QUERO PASSAR COM MEU CABELO.
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